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Postagens

Análise dos mapas das eleições 2002, 2006 e 2010

Artigo "Cartografia e análise política: mapas políticos ou a política em mapas?" de Sonia Terron ( http://www.comciencia.br/ comciencia/?section=8&edicao= 61&id=766 ) no número especial da revista ComCiência, editada pelo Labjor e SBPC, sobre CARTOGRAFIA traz uma interpretação interessante sobre os mapas eleitorais. Ela fala: "O padrão de 2002, que se assemelha ao de um mosaico de municípios de votações altas e baixas, contrasta com o padrão regionalizado de 2006. A construção do novo padrão territorial na região Nordeste, que desde 1989 não havia demonstrado essa coesão com nenhum outro candidato ou partido, pode ser associada às políticas sociais de transferência direta de renda implementadas no primeiro mandato do governo Lula, em particular ao programa Bolsa Família (Soares e Terron 2008; Terron 2009). A contribuição do Bolsa Família nos rendimentos mensais per capita nos municípios do Norte e do Nordeste são significativamente superiores aos demais município...

Envelhecimento da População (Pirâmides etárias da GE)

Pirâmides etárias animadas para diversos países entre 1950 e 2050 elaboradas pela General Electric (GE). Agradecimento ao Prof. José Eustáquio Diniz Alves (ENCE/IBGE) pela dica. Abaixo um exemplo com Japão (em vermelho) e China (amarelo), em 2010. Mais em http://www.healthymagination.com/blog/visualizing-tomorows-population-trends/ ou direto em http:// www.ge.com/visualization/ aging/ . Mais gráficos elaborados pela General Electric em http://www.healthymagination.com/projects/data-visualizations

Publicações Embrapa Agroindústria de Alimentos

Publicações da Embrapa Agroindústria de Alimentos disponíveis para donwload gratuito. Entre no site e faça o cadastro e serão fornecidos os links para download. A seguir uma seleção de 2 publicações: 12 passos para uma alimentação saudável Link para download Resumindo.... Aumente e varie o consumo de frutas, legumes e verduras. Coma, no mínimo, cinco porções por dia. Coma feijão no mínimo quatro vezes por semana. Fique atento ao tamanho das porções dos alimentos. Reduza o consumo de doces e outros alimentos ricos em açúcar para, no máximo, duas vezes por semana. Faça de quatro a seis refeições por dia. Não “pule” as refeições. Reduza o consumo de sal. Tire o saleiro da mesa. Beba, no mínimo, dois litros de líquidos por dia. Evite refrigerantes e bebidas alcoólicas. Aprecie a sua refeição. Coma devagar. Reduza o consumo de alimentos gordurosos para, no máximo, uma vez por semana. Seja ativo. Pratique pelo menos 30 minutos de atividade física regularmente. Mantenha o seu peso dentro de ...

Dica de Site: Processamento Digital

Site interessante, cheio de dicas, sugestões e novidades em Sistemas de Informação Geográfica, Geoprocessamento e otras cositas más. Site antigo:  http://processamentodigital.blogspot.com/ Site novo!!!:  http://www.processamentodigital.com.br/   Vai lá!! NOTA: A partir desta postagem o link pro site sugerido vai constar na barra lateral desde profissão: geoógrafo que vos fala.

Conforto térmico em praças e parques de Campinas, Bauru e Presidente Prudente

A reportagem "Desconforto que não se sente" de Alex Alcântara foi publicada em 23 de julho de 2010 n a revista on-line Agência FAPESP ( http://www.agencia.fapesp.br/materia/12510/desconforto-que-nao-se-sente.htm ). Ela traz os resultados do projeto “Conforto térmico em espaços públicos abertos: aplicação de uma metodologia em cidades do interior paulista” (apoiada pela FAPESP) realizada em parques, praças e espaços públicos de lazer. A pesquisa foi realizada entre 2008 e 2009 e captou características ambientais como temperatura, umidade relativa do ar, radiação solar, presença e localização de equipamentos em espaços públicos de Campinas, Bauru e Presidente Prudente. Espaços estudados, segundo o município: Campinas: (1) Parque Portugal (Parque Taquaral); (2) Praça Imprensa Fluminense (Centro de Convivência); (3) Praça Largo do Pará. Bauru: (1) Praça da Paz; (2) Bosque da Comunidade; (3) Calçadão da rua Batista de Carvalho. Presidente Prudente: (1)...

Florestas aqui, fazendas lá

Deu na Folha de São Paulo de hoje (21/06/2010) a reportagem de Claudio Angelo "Proteger floresta no Brasil faz bem para a agricultura dos EUA" ( https://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe2106201002.htm ) que mostra o estudo "Farms here, Forest there: Tropical Deforestation and U.S. Competitiveness in Agriculture and Timber" elaborado por David Gardiner e Shari Friedman.  O título do estudo pode ser traduzido como  Fazendas aqui (nos EUA), florestas lá (nos países tropicais): Desflorestamento nos trópicos e competitividade norte-americana na agricultura e na madeira. O relatório pode ser baixado da página da Avoided Deforestation Partners clicando em http://adpartners.org/pdf/ADP_Report_052410a.pdf Uma das conclusões do relatório é que a proteção de florestas e a redução do desmatamento nos países tropicais (Brasil incluído) pode favorecer a economia norte-americana. É um bom argumento para os empresários e políticos de lá para protegerem o nosso am...

Relatório Vulnerabilidade das Megacidades Brasileiras às Mudanças Climáticas: Região Metropolitana de São Paulo

Baixe aqui o relatório Ocorreu ontem (15/6) na capital paulista o lançamento do relatório Vulnerabilidade das Megacidades Brasileiras às Mudanças Climáticas: Região Metropolitana de São Paulo elaborado por pesquisadores d o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), entre outros. Na abertura do evento foi realizada uma homenagem ao Prof. Daniel Hogan, da Unicamp, que coordenou parte da pesquisa. A seguir alguns trechos da reportagem " Vulnerabilidade na Mira" de Fábio de Castro na Agência Fapesp sobre o lançamento do relatório, disponível em http://www.agencia.fapesp.br/materia/12327/vulnerabilidades-na-mira.htm , e algumas imagens disponíveis no próprio relatório: Trechos: "Caso siga o padrão de expansão apresentado na última década, a mancha urbana da Região Metropolitana de São Paulo terá o dobro do tamanho em 2030, com aumento dos riscos de enchentes e deslizamentos. A maior parte da expansão ...