Poema de João Cabral de Melo Neto, publicado em 1955, e musicado por Chico Buarque em 1966 para a peça de teatro de mesmo nome. A versão de Chico Buarque de Morte e Vida Severina foi tão marcante que João Cabral de Melo Neto, durante debate entre João Cabral de Melo Neto, Chico Buarque, Gilberto Gil, Ronaldo Bastos e Jards Macalé no evento Expoesia, organizado por Affonso Romano Sant'Anna em outubro de 1973, na PUC-RJ teria dito: "Eu não posso hoje ler nenhuma sequência de ' Morte e Vida Severina ' sem que a música me fique soando no ouvido. Hoje, estou resignado a tirar das minhas 'Poesias Completas' o auto de Natal 'Morte e Vida Severina', pois creio que ele pertence mais ao Chico do que a mim". Fonte: SANT'ANNA, Affonso Romano. Um movimento subversivo. Folha de São Paulo, Caderno Ilustrissima, 08/09/2013. Disponível em: http://folha.com/no1337949 . Mais: Disco de Chico Buarque - Morte e Vida Severina (1966)...
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