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Mapeamento participativo
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Cartografias Sociais e Participativas no Brasil: Emergência da prática e principais nuances adotados
Cartografias Sociais e Participativas no Brasil: Emergência da prática e Principais Nuances Adotados
Autor: Ana Betânia Pimentel Martins
Revista Brasileira de Sensoriamento Remoto: 1 pp. 62-73 (3).
https://doi.org/10.5281/zenodo.4584439
As Cartografias sociais e participativas são metodologias de produção de mapas envolvendo grupos sociais desde a coleta até a confecção e têm sido muito utilizadas no Brasil desde a década de 1990, em especial nos anos 2000. São uma ferramenta de aproximação entre agências estatais de meio ambiente e desenvolvimento, Organizações Não Governamentais e esses coletivos, que em sua maioria constituem-se populações tradicionais, cujo conhecimento local é fundamental para a gestão dos recursos e manutenção da vida e do próprio território. O presente artigo pretende oferecer um panorama da trajetória da prática das Cartografias Participativas no Brasil a partir de uma revisão bibliográfica marcada pelo olhar geográfico sobre as principais experiências e projetos que se tornaram casos de referência para o trabalho com abordagens participativas de Cartografia. Palavras-Chaves: Cartografias Participativas, Mapeamentos sociais, Trajetória.
Na imagem destacada está o mapa: Times de Futebol do Bairro de Santo Amaro, Recife – PE (Fonte: http://novacartografiasocial.com.br/download/02-times-de-futebol-do-bairro-de-santo-amaro-recife-pe/)
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Planejamento urbano e saúde ambiental: melhorando vidas através do Mapeamento Participativo - Sympla
Planejamento urbano e saúde ambiental: melhorando vidas através do Mapeamento Participativo Começa: Terça, 20 de abril de 2021, 18h Termina: Terça, 11 de maio de 2021, 20h
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O mapeamento participativo como metodologia de análise do território
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Blog sobre geografia, demografia, análise espacial, estudos populacionais, viagens, mapas e outras cositas más. Criado por Ricardo Dagnino
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Fonte: FERREIRA, Tatiana de Sá Freire. Da paisagem ao território: a arte das garrafas de areia colorida e experiências de mapeamento social em Majorlândia/CE. Dissertação (Mestrado em Geografia). Universidade Federal do Rio de Janeiro, Instituto de Geografia, Rio de Janeiro, 2014. 111 p. http://objdig.ufrj.br/16/teses/826272.pdf
RESUMO A presente dissertação versa sobre a utilização de ferramentas de mapeamento social na pesquisa em geografia, em trabalho de campo, realizado com a participação de grupos de artesãos que trabalham com garrafas de areia colorida na praia de Majorlândia/CE. Localizada na região turística de Canoa Quebrada, a vila abriga uma tradição de fazer artesanal que remonta há seis décadas. A técnica de preencher garrafas de vidro transparente com areias coloridas de granulometria muito fina envolve a extração, a preparação, a arte das garrafas e a comercialização dos objetos, que constitui a principal fonte de renda de cerca de trinta famílias. Laços de parentesco e amizade envolvem as famílias que se dedicam ao trabalho com as garrafas de areia. A pesquisa utilizou-se de técnicas de mapeamento social, aplicadas com um viés etnográfico, valorizando o conhecimento espacial tradicional privilegiando a atuação dos agentes sociais como autores de seus próprios mapas. Nos processos de mapeamento social foram utilizadas três diferentes metodologias e os distintos experimentos apontaram para a existência de marcadores sociais do espaço compartilhados, ou seja, para uma convergência nas referências espaciais apresentadas por aqueles que produzem e vendem garrafas de areia colorida. Os processos de mapeamento social revelaram, também, conflitos internos e cisões entre os que estiveram envolvidos nas experiências. Possibilitaram a elaboração de uma historia comum vinculada à produção das garrafas, ao registro da paisagem e ao controle do acesso às jazidas de areia, como parte de seu território. A pesquisa indicou que o uso de metodologias de mapeamento participativas favoreceu o compartilhar do conhecimento espacial tradicional, das tensões e interesses que permeiam o grupo de artesãos. O processo de mapeamento poderá vir a fortalecer a preservação da paisagem retratada pelos artesãos e a luta pela garantia de acesso aos recursos ambientais e assim o reconhecimento de seu território.
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Fórum de Juventudes do Rio de Janeiro aplicou cartografia social em mais de 10 territórios “Cartografia social” é um nome difícil para uma atividade simples. Cartografia significa criar mapas. Uma ...
Fonte: Grupo lança relatório sobre impactos das UPPs. O Cidadão, 5 de setembro de 2015. http://jornalocidadao.net/?p=1198
Trechos:
"'Cartografia social' é um nome difícil para uma atividade simples. Cartografia significa criar mapas. Uma cartografia social é um tipo de mapa de um território com legendas e símbolos criados por quem mora e convive ali. Ele é completamente original, referente somente àquela área. Quem faz uma cartografia social pode marcar, por exemplo, a rua onde se tem o ponto de moto-táxi, ou acúmulo de lixo, um posto de polícia ou até um lugar que tenha uma história marcante para quem vive ali. Esse tipo de mapa não marca, necessariamente, os limites de ruas, esquinas e becos dali, mas os códigos internos. As narrativas e depoimentos dos participantes também constroem o material. Por isso, a cartografia social diz mais sobre um lugar do que qualquer mapa nos padrões da geografia."
"Um grupo chamado Fórum de Juventudes do Rio de Janeiro, criado em 2003, aplicou a cartografia social com jovens de 15 a 29 anos de várias regiões do Rio de Janeiro: Maré, Alemão, Manguinhos, Rocinha, Vidigal, Providência, Campo Grande, Vila Kennedy, Santa Marta, Acari, Santo Cristo (em Niterói) e cidades da Baixada Fluminense. Participaram 153 jovens, sendo 57% homens e 43% mulheres. Quase dois terços eram pretas(os) ou pardas(os) e um terço brancas(os). O Fórum é composto por vários coletivos que lutam contra a desigualdade social na cidade e abordam a questão da ação policial nas favelas. Era exatamente esse o foco da cartografia aplicada: o impacto das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). Além da confecção da cartografia, faziam parte da intervenção uma oficina de direito à cidade e uma de racismo institucional."
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Este trabalho faz parte do projeto “Militarização das Favelas: Impactos na Vida dos Jovens Negros e Negras” (http://www.canalibase.org.br/militarizacao-retira-direitos/)
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Interessante artigo publicado na Revista Brasileira de Ciência do Solo sobre etnopedologia, mapeamento participativo do solo realizado em Gravataí, no Rio Grande do Sul.
Trecho:
"Nos contatos realizados, procurou-se ressaltar o enfoque participativo, em que as percepções do produtor sobre os temas tratados são conteúdo essencial para o desenvolvimento do trabalho. As visitas eram iniciadas com uma entrevista semiestruturada (Chambers, 1992). A entrevista teve, como principais itens, a história da família e das UP, as atividades exercidas ao longo do tempo e as principais mudanças, as formas atuais de uso e manejo do solo e a avaliação sobre as características das glebas utilizadas mais intensivamente nas atividades agrícolas, formando assim o resgate histórico da família e uma linha de tempo das UP."
"Após a entrevista, era apresentada uma imagem aproximada da propriedade - uma imagem de satélite adquirida no Google Earth (S10 NOAA) e impressa em folha A3 (420 × 297 mm) - apresentando o contorno aproximado dos limites das UP. Essa técnica é conhecida como “mapeamento participativo” (Chambers, 1992; Barrios e Trejo, 2003), em que o produtor explica as delimitações das UP e esboça as principais glebas e a diversidade da propriedade. A imagem é constantemente assinalada, recebendo legendas e identificações para estudo posterior."
Referência:
Barrios E, Trejo MT. Implications of local soil knowledge for integrated soil management in Latin America. Geoderma. 2003;111:217-31.
CHAMBERS, R. Rural Appraisal: rapid, relaxed and participatory. IDS Discussion Papers, n. 311, Institute of Development Studies, 1992. 68 p. Disponível em: http://goo.gl/HO5kLZ . Acesso em 30 de jun. 2014.
Fonte:
FINATO, Tatiana et al . Percepções Locais Sobre os Solos e seu Uso no Município de Gravataí, RS. Rev. Bras. Ciênc. Solo, Viçosa , v. 39, n. 3, p. 915-923, jun. 2015 . Disponível em: http://ref.scielo.org/82wqr6
Acesso em 11 ago. 2015.
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LOBÃO, Ronaldo. Múltiplos significados para um condicionante etnoambiental: a ressignificação do próprio estudo. Revista Antropolítica, n. 37, p. 371-399, Niterói, 2. sem. 2014. https://periodicos.uff.br/antropolitica/article/view/41620
"Neste artigo descrevo e posiciono teoricamente a atuação de uma equipe multidisciplinar em um Estudo de Componente Indígena (ECI) decorrente de uma condicionante interposta pela Fundação Nacional do Índio (FUNAI) à Licença de Instalação do Gasoduto Cacimbas (ES) – Catu (BA)."
"A área de estudo correspondeu à interface entre os limites identificados para a Terra Indígena Pataxó de Barra Velha do Monte Pascoal e o empreendimento da Petrobrás no trecho no município de Itamaraju (BA)."
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Compartilhamento de informações sobre Saúde Mental
Curso de Cartografia Social ministrado pelo Grupo Walden
http://www.grupowalden.com/#!cartografia-social/cajy
"Cartografia Social (CS) pode ser descrita como uma metodologia de intervenção em grupo. Comumente conhecida e utilizada em grupos em situação de vulnerabilidade, a CS consiste em um modelo de (re) conhecimento do território por seus integrantes por meio do empoderamento do ato de descrever. Por consistir em uma ferramenta poderosa de promoção de mobilização social, o Grupo Walden lhe convida a pensar sobre suas interfaces com a saúde. No curso teremos contato com os pressupostos teóricos, conceitos, modalidades e exemplos de casos."
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Referencias:
CORREA, Adriana; DE LA CRUZ, Pablo. La Cartografía Social, una herramienta para la socialización de proyectos ambientales en comunidades campesinas. El arrendajo escarlata. Revista del Ministerio de Ambiente y Desarrollo Sostenible, para la transferencia social del conocimiento 12/2014; 5(3):44-53. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/269692026_La_Cartografa_Social_una_herramienta_para_la_socializacin_de_proyectos_ambientales_en_comunidades_campesinas. Acesso em 21 jan. 2015.
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Este livro, composto de oito capítulos, tem como objetivo principal auxiliar os interessados no assunto de Bacias Hidrográficas, que pretendem aprofundar seus conhecimentos sobre o tema atual de suma importância.Nos últimos anos, tem-se constatado acentuada ocorrência de estudos sobre o assunto, pois as regiões das bacias vêm sofrendo enormes alterações provocadas pelas atividades humanas, pela conversão das paisagens naturais para outros usos da terra, como, por exemplo, áreas de cultivo de cana-de-açúcar.Ao abordar o tema “água”, espera-se que seja útil para a comunidade acadêmica, bem como para os profissionais envolvidos no manejo dos recursos naturais renováveis, como os recursos hídricos. Além disso, deseja-se que a sociedade possa ser levada ao exercício da cidadania, refletindo quanto ao uso e gestão dos recursos hídricos, na expectativa do desenvolvimento e consumo sustentável.Os capítulos deste livro compreendem a relevância dos estudos ambientais em Bacias Hidrográficas, e foram elaborados, em sua maioria, por conceituados professores e alunos de Pós-Graduação de quatro universidades: da Universidade do Estado do Amazonas, da Universidade de Maringá, da Universidade de Campinas e da Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" - Câmpus de Rio Claro e Presidente Prudente. Estes estudos não podem ser desprezados, pois são importantes para estimular explicações sobre questões que envolvem nosso o dia-a-dia, notadamente o uso da água.Portanto, espera-se que os vários capítulos deste livro correspondam a mais uma ferramenta de leitura que possa auxiliar os grupos de pessoas que se dedicam ou se interessam em aprender sobre as bacias hidrográficas, buscando especialmente a disseminação da conscientização ambiental: um desafio!
Capítulo: DAGNINO, R.; CARPI JUNIOR, S. História, desafios e perspectivas do mapeamento ambiental participativo no estado de São Paulo. In: DIAS, Leonice Seolin; BENINI, Sandra. (Org.). Estudos ambientais aplicados em bacias hidrográficas. 1ed.Tupã: ANAP, 2014, v. , p. 13-28. http://books.google.com.br/books?id=0ci6BQAAQBAJ
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Este artigo trata dos diferentes movimentos cartográficos. É um recorte de uma pesquisa baseada na possibilidade dos sujeitos alunos do Ensino Fundamental em representar as paisagens do espaço vivido a partir da problematização da lógica cotidiana. O trabalho está ancorado na Teoria da Complexidade no qual é necessário uma constante autoria reflexiva. Desta forma, esta contribuição trilha para desafios de ensinar a Geografia numa dialógica com a Cartografia e a Cartografia Social. Apesar das constantes mutações, a paisagem é única, mas é processual. Consideramos a dinâmica relacional porque cada sujeito é envolvido na constituição de cada paisagem. A paisagem parece se revitalizar através das representações sociais que elaboramos sobre ela. Além disso, consideramos os fatores objetivos e subjetivos através da complexidade do olhar que reflete nos estudos geográficos. Mas como compreender a paisagem se é processual? Através do conhecimento e da dúvida que criam o poder que é exercido pelos sujeitos de maneira individual ou em grupo. É nesta conotação que este artigo objetiva considerar a Cartografia Social nas aprendizagens de Geografia. Ele é um recorte de uma pesquisa ancorada na Pesquisa Qualitativa de cunho bibliográfico e experimental. Portanto, sua metodologia é baseada nas experiências enquanto aproximação com uma constante pesquisa-ação. Isso ocorre a partir da importância que tem o conhecimento cartográfico construído nas escolas. Os alunos, considerados como sujeitos sociais, devem questionar, analisar, diagnosticar complexidades provisórias. Neste sentido, eles devem ser partícipes sociais no território de (com)vivência.
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A Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais (RBEUR), uma publicação da Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional (ANPUR). da Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa e
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FASE. Cartografia Social Urbana: impactos do desenvolvimento e da violência institucional na vida das mulheres moradoras do Caju e de Manguinhos / Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, 2015. ISBN 978-85-86471-83-4.
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Fonte: MEJÍA VÉLEZ, Mónica. Percepciones de la Comunidad del Barrio Machado del Municipio de Copacabana - Valle de Aburrá (Antioquia) con Relación a la Explotación Minera y su Afectación al Recurso Hídrico en el Marco del Desarrollo Sostenible. Maestria en Desarrollo Sostenible y Medio Ambiente. Universidad de Manizales, Manizales (Colombia), 2015. 119 p. En: https://ridum.umanizales.edu.co/xmlui/handle/20.500.12746/2266
[páginas 110-111]
Instrumento orientador para consignar las memorias y reflexiones de la elaboración de la cartografía social
1. Representen su territorio. Defina, pinte y anote los límites de “su mapa”.
2. Ubicar en el mapa las características productivas del territorio (Agricultura, ganadería, minería, turismo, servicios etc.; que caracterizan al sector y le dan identidad.
3. Identifique las condiciones ecológicas existentes.
4. ¿Cómo se utilizan los recursos naturales existentes?
5. ¿Qué actividades productivas se desarrollan en el territorio?
6. Identifique cuales son las afectaciones a los recursos naturales a causa de la actividad minera.
7. Identificar y situar en el mapa los principales problemas en el territorio a causa de prácticas mineras que dificultan su desarrollo (ambiental, social, económico).
8. Mencione acciones concretas que han sido implementadas y que han aportado tanto al adecuado uso, administración y recuperación del recurso hídrico.
9. Identificar los actores de la sociedad civil y autoridades ambientales que intervienen en la protección de los recursos naturales del contexto objeto de análisis.
10.Identificar los sectores de la región estudiada que se encuentran en alto riesgo a causa de los efectos de actividades de la minería?
11.Mencionar las alternativas que se han aplicado al contexto local para generar soluciones que reduzcan los impactos al medio ambiente.
12.Cuál es la gestión ambiental realizada para la práctica de la explotación de la minería responsable?
13.¿Qué riesgos y consecuencias identifica para la salud humana a causa de la actividad minera?
14.¿Qué compromisos se han podido establecer con los sectores industriales (Minero) alrededor de la conservación de los recursos naturales?
15.¿Cuál ha sido la participación de la administración pública frente a los controles y medidas para prevenir impactos ambientales por procesos de exploración y explotación minera en el sector?
16.Identificar geográficamente los sectores donde se tiene en la actualidad permisos abalados por la autoridad competente para desarrollar actividades mineras en el sector.
17.Mencione las buenas prácticas de conservación y uso eficiente del agua que se adelantan en el sector por parte de la industria y la comunidad.
18.Identificar de qué manera se está contaminando el recurso hídrico.
19. Mencione propuestas para contrarrestar los impactos de la minería en el municipio de Copacabana.
20.¿Qué beneficios se identifican frente al desarrollo de la minería en el sector con relación a la generación de empleo y las garantías respecto al cumplimiento de compromisos de orden legal laboral y de salud ocupacional y seguridad en el trabajo?
21.¿De qué manera han interactuado las empresas del sector y la comunidad para la protección de los recursos naturales y el desarrollo de la minería de manera sostenible?
22.A manera de conclusión plantee las Debilidades, Oportunidades, Fortalezas y Amenazas; a partir de lo evidenciado conjuntamente en el desarrollo del ejercicio de Cartografía Social.
Debilidades:
Oportunidades:
Fortalezas:
Amenazas:
(MEJÍA VÉLEZ, 2015, p. 110-111)
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This dissertation analyzes the process of ethnocartography construction and the geodiversity values with traditional communities of soapstone (steatite) artisans in Iron Quadrangle in Minas...
Fonte:
FRANCO, André Rocha. Etnocartografia e análise dos valores da geodiversidade com comunidades tradicionais de artesãos em pedra-sabão da região do quadrilátero ferrífero – Minas Gerais.
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Minas Gerais, Instituto de Geociências, 2014. Orientadora: Úrsula Ruchkys de Azevedo. Coorientador: José Antônio Souza de Deus.
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O Uso da Cartografia Social e das técnicas participativas no ordenamento territorial em projetos de Reforma Agrária
MILAGRES, Cleiton. O Uso da Cartografia Social e das técnicas participativas no ordenamento territorial em projetos de Reforma Agrária. Dissertação (Mestrado) em Extensão Rural. Universidade Federal de Viçosa, 2015. http://200.229.32.55/index.php/geografia/article/view/7938/7614
"Essa dissertação desenvolveu uma metodologia que insere os princípios da Cartografia Social nas técnicas do Diagnóstico Rural Participativo (DRP), tendo como base empírica os agricultores do Projeto de Assentamento Itatiaia, localizado no município de João Pinheiro no estado de Minas Gerais. Os principais resultados obtidos com o desenvolvimento da metodologia apontam que o envolvimento comunitário na construção coletiva de mapas georreferenciados visando o uso do solo e ocupação espacial dos lotes, possibilitou a incorporação e a tradução do saber local para um saber científico."
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Serviço de mapeamento participativo tem como proposta facilitar o acesso a informações de estabelecimentos à comunidades do Rio de Janeiro
"Com a ferramenta, o usuário pode além de cacular rotas até o local pesquisado, ligar pelo Skype para um ponto comercial.
As comunidades selecionadas abrangem aproximadamente 85% da população que vive nos morros da cidade cobertas por uma UPP, segundo dados do último Censo do IBGE, de 2010."
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CAMPOS, L. G.; MATTOS, C. P. Práticas de etnoconhecimento na gestão participativa do turismo sustentável na Amazônia: Quilombo de Tapanagem (Oriximiná/PA, Brasil). Revista Brasileira de Pesquisa em Turismo. V.5 (3). 2011, p. 325 - 337. http://revistas.univerciencia.org/turismo/index.php/rbtur/article/view/457/479
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Fonte:
CAVALCANTI, Josefa. Ressignificação dos territórios em um contexto de globalização. In: CAVALCANTI, Josefa; WANDERLEY, Maria; NIEDERLE, Paulo (Org.). Participação, território e cidadania : um olhar sobre a política de desenvolvimento territorial no Brasil. Recife: Editora UFPE, 2014. (p. 136-153). Disponível em: http://goo.gl/KfcWol. Acesso em 16 jan. 2015.
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