Recuperação das postagens armazenadas em Scoop.it (https://www.scoop.it/topic/mapeamento-participativo) criadas por Ricardo de Sampaio Dagnino entre 2012 e 2021 com um total de 3,7 mil visualizações até agosto de 2022.
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Mapeamento participativo
Scooped by Ricardo Dagnino |

This publication shows how ICCAs [Indigenous Peoples and Local Communities Conserved Territories and Areas] can help all countries to meet many of these targets, including Target 11 of expanding global protected area coverage to 17% of terrestrial and 10% of marine areas. ICCAs can also help meet commitments under other global agreements such as the Millennium Development Goals and the UN Declaration on the Rights of Indigenous Peoples.
This publication stresses that, in order to maintain and enhance the values of ICCAs, indigenous peoples and local communities governing them need adequate and appropriate recognition, including:
Citation: Kothari, Ashish with Corrigan, Colleen, Jonas, Harry, Neumann, Aurelie, and Shrumm, Holly. (eds). 2012. Recognising and Supporting Territories and Areas Conserved By Indigenous Peoples And Local Communities: Global Overview and National Case Studies. Secretariat of the Convention on Biological Diversity, ICCA Consortium, Kalpavriksh, and Natural Justice, Montreal, Canada. Technical Series no. 64, 160 pp.

Mission Statement
Empowering Public and Communities with Mapping Technology
The Center for Community Mapping (CCM) focuses on Public Participatory Community Mapping, Project Planning and Implementation
CCM seeks to unify and strengthen communities by offering individuals, and educational institutions the tools to help manage their interests. Targeting educational institutions, CCM seeks to introducing innovative mapping technology to the non-GIS specialist. With easy-to-use web-based applications, our objective at CCM is to make interactive mapping accessible to all communities.
The Center for Community Mapping empowers grass-root stakeholders with mapping technology to foster participatory planning, community education, and cooperative organization. Collaborative mapping iniatives support and facilitate an integrated approach to environmental conservation, open-space and historic preservation, neighborhood revitalization and urban planning, community asset inventories, and economic development as well as expands awareness of local needs, issues and special places as determined by the community’s own members.

Professor Alfredo Wagner, coordenador do projeto Cartografia Social da Amazônia, durante a abertura da 28ª reunião da Associação Brasileira de Antropologia (ABA), em 2012.

Minas faz ciência - 22 de setembro de 2012
"O professor Tarcísio Márcio Magalhães Pinheiro, professor da Faculdade de Medicina da UFMG e um dos coordenadores do projeto Manuelzão, fala de como ele e a equipe do “Manuelzão Comunidade”, que tem apoio da Fapemig, usa o mapeamento participativo para preservar os leitos dos rios de diversas bacias e sub-bacias do “Velhas” (Veja tabela abaixo)."
"Esse processo de transformação social é coordenado pela bióloga e mestranda em Educação, Daniela Campolina Vieira. Valorizando a parceria estratégica com as escolas ela avalia que os benefícios do uso da metodologia para visualizar problemas ambientais podem ajudar a garantir ‘um futuro’."
Para saber mais - Projeto Manuelzão (http://www.manuelzao.ufmg.br/)

No site do Laboratório de Estado, Trabalho, Território e Natureza (ETTERN) pode-se ler a apresentação sobre o livro e baixar o sumário. O primeiro livro organizado pelo Henri Acselrad sobre cartografia social, em 2008, ...

Publicado em 18 de agosto de 2012 por Maickson Santos Serrão
Artigo originalmente publicado no blog Vila de Boim em 2012-08-18 (http://goo.gl/EhDk5)
"O Projeto Saúde e Alegria está realizando hoje, 18 de agosto, uma oficina de mapeamento no Telecentro Cultural da vila de Boim."
"Participam além de Boim, representantes das comunidades de Jauarituba, São Tomé, Pau-da-Letra, Rosário, Nuquini e Samaúma."
(...)
"O mapeamento participativo já vem sendo realizado há algum tempo pelo Projeto Saúde e Alegria nas comunidades ribeirinhas com bastante sucesso."
"Magnólio de Oliveira, Elis Lucien, Tibério Alloggio, Carlos Dombrosky e Kátia Magalhães estão a frente do mapeamento participativo na vila de Boim e comunidades adjacentes, colhendo informações e construindo e mapeando a realidade de cada localidade."

XVI Feira Panamazônica do Livro
Lançamento de livros - 25/09/2012 - LOCAL: ESTANDE UNAMAZ/NAEA
Cartografia Social dos Afrorreligiosos em Belém do Pará,
Livro organizado pela profa. Camila do Valle e Afrorreligiosos de Belém do Pará;

"Nos últimos anos, a cartografia tem se tornado estratégia-chave para analisar e comunicar questões de saúde pública, planejamento urbano, justiça ambiental e direitos humanos. Ao realizar o mapeamento de suas próprias comunidades, e refletir sobre as informações organizadas visualmente nos mapas criados, a cidadania se capacita para formular as próprias soluções, e também para argumentar e defender sua visão sobre as questões."
(...)
"Um processo de mapeamento, que inclui a seleção das legendas e dos símbolos, a escolha da escala e das camadas de informação, sendo guiada pelas pessoas mais afetadas pelas questões que estão sendo mapeadas, tem o potencial de desenvolver a consciência crítica e a ação coletiva, porque:
- Os participantes desenvolvem sua própria linguagem para descrever a realidade, e a produção de termos e definições que refletem seus valores.
- Experiências pessoais compartilhadas permitem que os grupos estejam em condições de analisar os padrões e identificar as experiências coletivas
- O papel das instituições e da extensão de seu poder na formatação das experiências coletivas se torna mais evidente."
Fonte: “Social Cartography: The Art of Using Maps to Build Community Power“ (http://urbanhabitat.org/17-2/garzon-moore)

Documento para download:
Boletim Informativo Nova Cartografia Social dos Povos e Comunidades Tradicionais do Brasil - conhecimentos tradicionais e mobilizações políticas: o direito de afirmação da identidade de benzedeiras e benzedores, municípios de Rebouças e São João do Triunfo, Paraná. Ano 1, n.1 (Abril. 2012) / Projeto Nova Cartografia Social dos Povos e Comunidades Tradicionais do Brasil, Coordenação: Alfredo Wagner Berno de Almeida... [et al]. – Manaus: Editora da Universidade do Estado do Amazonas, 2012. 16 p.: il.
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Santarém (PA), 16 de janeiro de 2009. Mapa participativo inédito expõe os impactos do avanco da soja sobre a floresta.
Enviado por greenbr em 27/01/2009
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Experiência de cartografia social e mapeamento participativo na Região da foz do Rio Tapajós (Município de Santarém, Estado do Pará) realizado pela ONG Saúde e Alegria e Ford Foundation
Assentamento Extrativista do Lago Grande
Gleba Nova Olinda - Publicação: http://goo.gl/AhUld
Comunidades Quilombolas - Publicação: http://goo.gl/QdyGO
Site: http://www.saudeealegria.org.br/
Apresentação sobre as oficinas de mapeamento: http://www.geoma.lncc.br/evento/ppt/DinPop_AssentHumanos/Din_Pop_Assent_Humanos_2.pdf
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Festa do reisado em Oliveira dos Brejinhos - BA. Durante oficinas da Cartogragia Social, moradores celebram cultura da caatinga.
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O mapeamento participativo foi realizado para conhecer as pessoas. Ultrapassamos os muros da escola para localizar indivíduos que são potenciais educativos e culturais em nossa comunidade.
Mapeamento realizado em Belo Horizonte pela Rede Pipa: http://redepipatv.blogspot.com.br/2011/07/reportagem-projeto-verenas-confisco-bh.html
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A idéia é reunir quem trabalha com Public Participation Geographic Information System (PPGIS) ou, no português, Sistemas de Informação Geográfica Públicos e Participativos. Veja a postagem de 19 de setembro de 2011 ...
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Trechos do texto "A cartografia urbana social das cidades de Macapá e Santana" de José Alberto Tostes, publicado em 8/8/2012 no http://josealbertostes.blogspot.fr.
O autor destaca a necessidade de uma cartografia social e urbana das cidades de Macapá e Santana no Amapá para servir de suporte para políticas habitacionais.
"É preciso avaliar criteriosamente o tema do remanejamento de famílias de determinadas áreas, implica considerar fatores: sociais, econômicos, ambientais e culturais, tais aspectos muitas vezes são desconsiderados na hora de elaborar o cadastro social, evita distorções, acabam não beneficiando quem precisa de uma habitação. Entre as inúmeras reflexões sobre esse assunto coloquei a imensa importância de ter um cadastro social ativo que reconheça a carência de famílias, não de pessoas."
"Este tema terá desdobramento para o futuro, mas antes de formular propostas é preciso considerar os trabalhos produzidos que possam dar sustentação necessária para realização de oficinas de trabalho com consistência, que cada instituição reconheça a tarefa que lhe cabe e os prazos de execução. O debate está em andamento, vamos ver como a coisa caminha, o tema da habitação é importante demais para ficar em um plano secundário, ter uma cartografia social e urbana das cidades de Macapá e Santana será imprescindível para servir como suporte para a construção de políticas habitacionais públicas que sejam consistentes e duradouras."
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Publicado no blog "En Vuelo Libre" por Pablo (1/10/12):
"No dia 06 de agosto iniciamos a segunda expedição de mapeamento na Floresta Nacional de Tefé. Passamos 10 dias viajando pelas comunidades dos rios Tefé, Curumitá de Baixo e Bauana. A intenção foi saber deles o que é importante para o Plano de Manejo da FLONA e para a melhoria de suas vidas. Pra nós, se apresentou um mundo novo, língua nova, costumes novos, rostos e oportunidades novas..."
(...)
"Tivemos várias formas de aproximação com a realidade das pessoas nas comunidades. Conversas, músicas, histórias, risadas na amazônia profunda. Pela manhã fizemos o trabalho do mapeamento, onde conversamos com os comunitários sobre seu território. A tarde trabalhávamos com o Acordo de gestão, em que os comunitários discutiam o que era permitido ou não dentro da FLONA, e tudo partindo deles, nem uma palavra vinha dos gestores, senão como mediação."
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The NOAA Coastal Services Center offers assistance to communities interested in undertaking a participatory mapping exercise. This assistance ranges from phone calls that answer questions to an extra pair of hands dedicated to your program. Contact the Center for more information - csc.info@noaa.gov.
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O Caderno de Debates 2 do projeto Nova Cartografia Social está acessível para ser baixado diretamente da internet. O Caderno tem por tema Território, Quilombolas e Conflitos.
Veja o conteudo do caderno e baixe-o em
Ou baixe direto em:
http://www.novacartografiasocial.com/downloads/Livros/territorios_quilombolas_conflitos.pdf
Referência:
Cadernos de debates Nova Cartografia Social: Territórios quilombolas e conflitos / Alfredo Wagner Berno de Almeida (Orgs)... [et al]. – Manaus: Projeto Nova Cartografia Social da Amazônia / UEA Edições, 2010. 349 p.: il.: 16x23 (Vol. 01, nº. 02. ) ISBN 978-85-7883-147-9
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O prazo está expirado mas vale como uma sinalização de que o Mapeamento participativo é um requisito de formação profissional que é avaliado na seleção de profissionais da área de SIG.
Data de publicação: 13/Set/2012 - Prazo: 21/Set/2012
Instituição: IRD – International Relief & Development
Nome da Vaga: Gestor de GIS
Qualificações:
Bacharel em geografia, geo ciência, ciência de computação ou áreas afins, com vários anos de experiência;
Esta familiarizado com os princípios básicos com um ou mais dos seguintes pontos: planificação, desenvolvimento económico, Engenharia, inventário de activos, estruturas governamentais, geodésicos, geofísica, topografia e modelagem geoespaciais;
Conhecimentos profundos de princípios gerais de mapeamento, análise de dados demográficos, análise espacial, sensoriamento remoto, mapeamento participativo e cartografia;
Experiência prática utilizando tecnologias móveis para captação de dados;
Experiência em trabalho com base de dados de códigos aberto e de software GIS (Quantum GIS e GRASS, Postgres / PostGIS);
Domínio da ESRI ArcGIS Desktop e ArcSDE;
Fluente em Português e Inglês;
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"Tradicionalmente, os censos brasileiros realizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) classificam a população dentro de cinco categorias étnicas: brancos, pardos, negros, índios e amarelos. É claro que essa metodologia, cujas bases foram introduzidas no país ainda no século 18, tem sua utilidade, mas está longe de refletir a grande diversidade de nosso povo."
"A aplicação de uma cartografia social, baseada no conhecimento das muitas comunidades tradicionais espalhadas pelo território nacional, pretende expressar exatamente essa diversidade. Ao dar aos próprios membros desses grupos o poder do mapeamento de seus territórios, a abordagem os coloca no papel de protagonistas de sua própria identidade. Os mapas dessa nova cartografia refletem o entendimento dessas pessoas sobre o próprio território e a relação de sua cultura com esse espaço."
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Fundação Joaquim Nabuco, Recife-PE – De 15 a 17 de outubro de 2012
"A produção de estudos e práticas envolvendo a espacialização de questões sociais encontra-se amplamente difundida, em especial a partir da popularização de técnicas de localização por satélite e de geoprocessamento, e da internet. Ao mesmo tempo em que tais tecnologias aumentam o poder de controle e vigilância, permitem também diversas formas de apropriação em termos de mobilização social."
"Os mapas e mapeamentos, em suas mais diversas formas têm, portanto, sido cada vez mais usados no cotidiano dos conflitos e das pesquisas sociais. Isto coloca em relação direta a epistemologia da espacialização (presente nas teorias e práticas geográficas e cartográficas) com o campo onde interagem pesquisadores da área de ciências humanas e uma diversidade de grupos sociais. Este seminário pretende por em debate diferentes perspectivas sobre as relações entre a cartografia, as ciências humanas e formas não acadêmicas de produção de conhecimento, em especial aquelas ligadas a processos de transformação social."
Veja a programação completa em:
E também no site Demografia do Nordeste, mantido pelo colega Ricardo Ojima.
http://demografianordeste.blogspot.com.br/2012/09/seminario-outros-mapas-cartografia-e.html
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UNIÃO DE TRADIÇÃO E TECNOLOGIA DEU ORIGEM À NOVA 'CARTOGRAFIA SOCIAL' DA AMAZÔNIA.
Enviado por tvbrasil em 19/10/2011
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Video que mostra diversas iniciativas de mapeamento participativo, também chamado pela narradora do vídeo de cartografia participativa. São diversos exemplos de mapeamentos ao redor do mundo.
Fonte:
Publicado em 24/06/2012 por Kamil Gerónimo
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It is always important to remember that the work you are doing is not in isolation. This is especially true when working on something as ancient as stories, in a medium so global as web-based multimedia.
Ver
Soundscapes of a Fresno Food Desert - An interactive site that bridges sound, story, and place.
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Entrevista na revista Contracorrente, de janiero de 2009, com Prof. Alfredo Wagner Berno de Almeida, impulsionador da iniciativas da Nova Cartografia Social no Brasil todo.
A revista Contracorrente é mantida pela Rede Brasil sobre instituições financeiras multilaterais (www.rbrasil.org.br)
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