Atualizado em 26 de março de 2021
Ilustração de David Zinn para o livro de Nicholas Steneck (2007, p. 4)
Também é possível consultar os processos investigados e concluídos com comprovação de violação das boas práticas podem ser conferidos em http://www.fapesp.br/8577. As violações vão desde plágio ou citação sem incluir fontes (http://www.fapesp.br/8806) até má-fé no preenchimento do CV Lattes (http://www.fapesp.br/8804), passando por alterações intencionais em imagens para forjar interpretações e resultados.
Atualmente, vários órgãos financiadores de pesquisas e instituições tem as suas próprias regras e diretrizes de boas condutas.
Em 2020, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul, através da Pró-Reitoria de Pesquisa Guia para Integridade em Pesquisa Científica (UFRGS, 2020) - https://www.ufrgs.br/propesq1/propesq/wp-content/uploads/2020/09/Guia-para-Integridade-em-Pesquisa-2020-UFRGS.pdf
Algumas revistas e instituições adotaram também nos últimos anos o uso de ferramentas automatizadas que ajudam a detectar plágios e outras práticas questionáveis que ferem as boas práticas. Uma das ferramentas é o Turnitin (https://www.turnitin.com/pt/infographics/os-10-tipos-de-plagio-mais-comuns) que formulou o infográficos que trago a seguir:
![]() | ||||
Infográfico: É plágio ou não é? da Turnitin |
Fonte: https://www.fca.unesp.br/Home/Biblioteca/plagiarism_spectrum_portuguese_a4_final__2_.pdf
![]() |
Tipos de trabalho não originais mais frequentes |
Comentários
Postar um comentário