14 agosto 2017

3 cursos de Análise Espacial em R

R é uma linguagem de programação e também um ambiente integrado para realização de cálculos, estatísticas, elaboração de gráficos e muito mais... e tudo isso de forma gratuita!!

O R tem sido bastante utilizado para análises espaciais e manipulação de dados como um Sistema de Informação Geográfica (SIG).

Reuni nesta postagem:

3 cursos para iniciar Análises espaciais em R


1. Curso online "Spatial Statistics in R


Hospedado na plataforma Datacamp este curso online foi criado pelo Prof. Barry Rowlingson (Lancaster University). Ele é bastante didático e prático, simulando os comandos de uma análise espacial passo a passo. Tal qual os demais cursos da Datacamp, este não necessita instalar nada, funcionando inteiramente a partir do browser.




2. Curso "Spatial Analysis in R"


Outro curso do Prof. Barry Rowlingson da Lancaster University, mas dessa vez sem a interatividade da plataforma Datacamp. O diferencial desse curso é que se pode baixar os dados para testar no computador.



3. Curso "An Introduction to Spatial Data Analysis and Visualisation in R"


Criado por James Cheshire (do blog Spatial.ly) e Guy Lansley, ambos do Geospatial Analytics and Computing Research Group da University College London.






Mais:

https://geostat-course.org/getTraining

R (LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO). In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida: Wikimedia Foundation, 2017. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=R_(linguagem_de_programa%C3%A7%C3%A3o)>. Acesso em: 2 ago. 2017.

24 julho 2017

Atlas do Le Monde diplomatique (2003)

É possível consultar gratuitamente o material esgotado do Atlas de Le Monde diplomatique, publicado em 2003 em francês e espanhol.

Atlas de Le Monde diplomatique


Capa da edição em espanhol
Fonte: http://thedoctorwho1967.blogspot.com.br

Edição em francês



Edição em espanhol







Informações bibliográficas


Atlas de Le Monde diplomatique - Edição francesa

L’équipe de l’Atlas 2003 Dirigé par Gilbert Achcar, Alain Gresh, Jean Radvanyi, Philippe Rekacewicz et Dominique Vidal. Cartographie: Philippe Rekacewicz Conception graphique: Boris Séméniako avec Nathalie Le Dréau Edition: Boris Séméniako Ont collaboré à sa préparation l’équipe de la Documentation du Monde diplomatique, Maria Ierardi et Olivier Pironet, ainsi que Marc Endeweld, Paul Gaudric, Pascale Pascariello, Céline Rozenblat, Guillaume Subra et Ophélie Wiel.
Fonte: https://www.monde-diplomatique.fr

Atlas de Le Monde diplomatique - Edição espanhola

El Atlas de Le Monde diplomatique (edición española) Bajo la dirección de Gilbert Achcar, Alain Gresh, Jean Radvanyi, Philippe Rekacewicz y Dominique Vidal. Prefacio de Ignacio Ramonet Abril 2003 Ediciones Cybermonde, S.L. 
Fonte: http://monde-diplomatique.es/publicaciones/atlas.html


Mais:

Leia a resenha de Paul Marie de la Gorce, publicada no Le Monde diplomatique, Enero/2003, Núm. 87. Disponível em http://monde-diplomatique.es/2003/01/atlas.html.

26 junho 2017

10 proposições para jovens demógrafos [por Massimo Livi-Bacci]

Dez proposições (não um decálogo!) ditadas pela experiência e inclinações pessoais: para o benefício dos jovens demógrafos (100 anos de idade, ou menos)


por Massimo Livi-Bacci (2012) 
[Tradução de Ricardo Dagnino a partir do original em inglês] 

1. Conhecimentos de métodos, modelos, estatística e matemática são essenciais. Mas, antes, adquira um bom conhecimento em uma área disciplinar substantiva em ciências humanas ou sociais ou biologia.

2. Faça do cruzamento de fronteiras disciplinares um hábito, e não uma exceção. Não seja intimidado pela altura das cercas disciplinares ou pela precisão dos perímetros disciplinares. Pegue emprestado e use (não cegamente) conceitos, métodos, resultados - mas compreenda corretamente os seus limites, a importância, a área de aplicação.

3. Qualquer (boa) análise pontual (relacionada a um momento específico ou área geográfica) pode ser relevante. Mas coloque os resultados em perspectiva, através do tempo e do espaço.

4. Abordagens macro e micro para questões populacionais não estão em concorrência, mas devem ser integradas. Macro tendências influenciam micro (individual) comportamentos e vice-versa. Exemplos: modelos malthusianos, fenômenos dependentes da densidade, etc

5. Relacione e integre os diversos fenômenos demográficos em um "sistema demográfico". Fenômenos não são independentes, mas interdependentes, através do funcionamento do sistema. Sistemas mudam ao longo tempo.

6. Comportamentos demográficos (entrar numa união, ter filhos, mobilidade, comportamentos saudáveis, sobrevivência ...) são essenciais, componentes básicos do capital humano. Eles são habilidades, capacidades, prerrogativas (ver A. Sen).

7. Não desanime se não há "dados apropriados", ou o "banco de dados" necessário não está disponível a um clique do seu PC. “Quod non est in numero non est in mundo”?

8. Não altere o objeto de estudo só porque há muito dinheiro para pesquisa em um campo diferente (contracepção, planejamento familiar, AIDS, envelhecimento ...).

9. Sobre qualquer tema pode haver literatura relevante em línguas diferentes do inglês.

10. Demografia é central para as ciências sociais, não é uma disciplina subserviente, auxiliar e periférica.

[Tradução do inglês por Ricardo de Sampaio Dagnino]

Referência:

LIVI-BACCI, Massimo. Ten propositions (not a decalogue!) dictated by experience and personal inclinations: for the benefit of young demographers (100 years old, or less). In: TURRA, Cássio; CUNHA, José Marcos. (Org.) População e desenvolvimento em debate: contribuições da Associação Brasileira de Estudos Populacionais. Demografia em Debate – Volume 4. Belo Horizonte: ABEP, 2012. (p.37)  ISBN: 978 85-85543-26-6. http://bit.ly/DemografiaEmDebate4


Reprodução da publicação e do texto original


 
Reprodução capa da publicação e do texto de Livi-Bacci, na página 37



Original: 

Ten propositions (not a decalogue!) dictated by experience and personal inclinations: for the benefit of young demographers (100 years old, or less)


Massimo Livi-Bacci

1. Knowledge of methods & models, statistics & mathematics is essential. But before, acquire a good understanding in a substantive disciplinary area in the humanities or social sciences or biology. 

2. Make of crossing disciplinary borders a habit, rather than an exception. Don’t be cowed by the heigth of disciplinary fences or by the precision of disciplinary perimeters. Borrow and use (not blindly) concepts, methods, results – but understand properly their limits, significance, area of application. 

3. Any (good) punctual analysis (related to a specific time or geographic area) maybe relevant. But put the results in perspective, across time and space. 

4. Macro and micro approaches to population issues are not in competition, but must be integrated. Macro trends influence micro (individual) behaviors and viceversa. Examples: malthusian models, density dependent phenomena, etc. 

5. Relate and integrate the various demographic phenomena into a “demographic system”. Phenomena are not independent but interdependent via the functioning of the system. Systems change over time. 

6. Demographic behaviors (entering a union, having children, mobility, healthy behaviors, survival…) are essential, basic components of human capital. They are abilities, capabilities, prerogatives (see A. Sen) 

7. Do not be discouraged if there are no “appropriate data”, or the needed “database” is not available at a click of your PC. “Quod non est in numero non est in mundo”?

8. Do not change subject of study just because there is plenty of reasearch money in a different field (Contraception, family planning, AIDS, ageing...).

9. On any topic there might be relevant literature in languages different from English. 

10. Demography is central to social sciences, it is not a subservient, ancillary, peripheral discipline.


Referência

http://www.abep.nepo.unicamp.br/docs/ebooks/Demografia_em_Debate/DemografiaemDebateVol4.pdf

09 junho 2017

Cabos submarinos de internet e telecomunicações

Dica do amigo Eduardo Virgilio: Site |  Facebook

No início de 2017, existiam aproximadamente 428 cabos submarinos em operação. Este mapa interativo mostra as conexões dos cabos submarinos de telecomunicações. São cabos de fibra ótica que levam informações entre as cidades e continentes.

O mapa interativo está em: http://www.submarinecablemap.com

fonte: TeleGeography
Mapa de cabos submarinos no mundo
Fonte: http://www.submarinecablemap.com



No mapa, o trajeto dos cabos é estilizado e não corresponde à localização exata do cabo.

Percebe-se que existem áreas com bastante conexão como é o caso do Brasil, que possui conexões com diversos outros países e inclusive possui uma série de cidades litorâneas conectadas entre si.


Mapa de cabos submarinos ligando cidades litorâneas brasileiras

Um caso interessante é do cabo submarino que leva informação para Cuba, que parte da Venezuela, um bom caso para se estudar a geopolítica das telecomunicações.


Cabo submarino que leva informações para Cuba sai da Venezuela


Mais explicações sobre as informações do mapa e como ele foi produzido estão: aqui!


01 junho 2017

Bacia hidrográfica: "unidade natural de planejamento"?

Há alguns anos eu conheci o trabalho do Geólogo Geraldo Rohde. Na época ele era Gerente do Departamento de Meio Ambiente da Fundação de Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (CIENTEC).

Ele havia publicado no V Simpósio Internacional de Qualidade Ambiental organizado anualmente pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES), em Porto Alegre, um artigo muito didático e crítico sobre a utilização das bacias hidrográficas como unidades de análise (ROHDE, 2006).

O texto se chamava:

A Bacia Hidrográfica como “unidade natural de planejamento”: embuste científico e economicismo


Estou agora, colocando à disposição do público este texto que encontra submerso no mundo analógico dos Anais e papers de congressos, não disponíveis online.

Faço isso sem interesse comercial algum e com profundo respeito ao trabalho de Geraldo Rohde que sempre foram muito inspiradores.

Voltando ao trabalho em questão, neste ele trazia duas referências que me ajudaram muito a pensar as unidades de planejamento: o trabalho sobre Planejamento Ambiental, de Rozely Santos (2004), e sobre Bacias hidrográficas, de José Wenzel (2005).

Em relação ao trabalho de Santos (2004), Rohde reproduzia algumas figuras publicadas em seu livro e que destacavam unidades alternativas de planejamento ambiental e unidades derivadas de Estudos de Impacto Ambiental (SANTOS, 2004, p. 43).



Figuras extraídas do livro de Rozely Santos (2004, p. 43) e que destacam unidades alternativas de planejamento ambiental e unidades derivadas de Estudos de Impacto Ambiental.
Fonte: Rohde (2006, p. 4). http://bit.ly/Rohde_2006



Com relação ao trabalho de José Wenzel (2005, p. 85), ele destacava que: "A bacia hidrográfica e seus múltiplos – microbacia, célula hidrográfica – não são unidades que permitem um planejamento integral. Uma floresta não se limita aos divisores de água, nem mesmo a água subterrânea segue estes divisores, e muito menos as ocupações humanas. O próprio deslocamento dos animais
independe do balizamento hidrobacial".

Referências


ROHDE, Geraldo. A Bacia Hidrográfica como “unidade natural de planejamento”: embuste científico e economicismo. In: Anais do V Simpósio Internacional de Qualidade Ambiental. Porto Alegre: Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, 2006. Disponível em: http://bit.ly/Rohde_2006

SANTOS, Rozely. Planejamento Ambiental: Teoria e Prática. São Paulo: Oficina de Textos, 2004. 184 p., il.

WENZEL, J. Ecologia real ou utopia ambiental?: Inclusão criacional além do desenvolvimento sustentado. Santa Cruz do Sul: Instituto Padre Réus, 2005. 102 p.

22 abril 2017

Edições de "Direito à cidade" de Henri Lefebvre em português


Ano: 1969
Editora: Documentos
Local: São Paulo, Brasil
Páginas: 133
https://www.estantevirtual.com.br/panorama/henri-lefebvre-o-direito-a-cidade-374254447

Ano: 2001
Edição: 2ª
Editora: Centauro
Local: São Paulo, Brasil
ISBN : 8588208121
ISBN13 :9788588208124
Páginas : 145
http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-729844715-b59-o-direito-cidade-henry-lefebvre-_JM




Ano: 2008
Edição: 5ª
Editora: Centauro
Local: São Paulo, Brasil
ISBN : 8588208970
ISBN13 :9788588208971
Páginas : 144
http://www.buscape.com.br/o-direito-a-cidade-5-ed-henri-lefebvre-8588208970


Ano: 2012
Editora: Livraria Letra Livre
Local: Lisboa, Portugal
ISBN: 9789898268150
Páginas: 142
http://www.fnac.pt/O-Direito-a-Cidade-Henri-Lefebvre/a658278




Ano: 2016
Editora: Nebli
Local: Itapevi, Brasil
Páginas: 155
https://www.estantevirtual.com.br/sebodosalim/henri-lefebvre-o-direito-a-cidade-512089341

10 março 2017

Dicionário cartográfico do IBGE [por Cêurio de Oliveira]

Na biblioteca do IBGE pode-se baixar as quatro edições do Dicionário Cartográfico, uma obra de referência elaborada pelo cartógrafo Cêurio de Oliveira.

Coloquei abaixo os links para download das edições.

Dicionário cartográfico do IBGE


Capa da 1ª edição do dicionário


Capa da 2ª edição do dicionário

Capa da 3ª edição do dicionário


Capa da 4ª edição do dicionário

Referências


OLIVEIRA, Cêurio de. Dicionário cartográfico. Rio de Janeiro, IBGE, 1980, 1. ed. 447 p.

OLIVEIRA, Cêurio de. Dicionário cartográfico. Rio de Janeiro, IBGE, 1983, 2. ed. 781 p.

OLIVEIRA, Cêurio de. Dicionário cartográfico. Rio de Janeiro, IBGE, 1987, 3. ed. 645 p.

OLIVEIRA, Cêurio de. Dicionário cartográfico. Rio de Janeiro, IBGE, 1993, 4. ed. 645 p. (ISBN: 8524004576)

Download


1ª Edição - 1980

Detalhes: http://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&id=213004
PDF de 34 Mb: http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv66320.pdf (34 Mb)

2ª Edição - 1983

Detalhes: http://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&id=213005
PDF de 100 Mb: http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv81221.pdf (100 Mb)

3ª Edição - 1987

Detalhes: http://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&id=218594
PDF de 53 Mb: http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv66323.pdf (53 Mb)

4ª Edição - 1993

Detalhes: http://biblioteca.ibge.gov.br/biblioteca-catalogo?id=223500&view=detalhes
PDF de 53 Mb: http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv66318.pdf (53 Mb)

Mais do mesmo autor:


OLIVEIRA, Cêurio de. Os mapas em isolinhas. Revista Brasileira de Geografia, 30 (1) jan./mar. 1968. p. 92-97. Disponível em: <http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/115/rbg_1968_v30_n1.pdf>.

OLIVEIRA, Cêurio de. Vocabulário inglês-português de Geociências. Rio de Janeiro, IBGE, 1995. 203 p. (ISBN: 8524004185). Disponível em: <https://profissaogeografo.blogspot.com.br/2017/03/vocabulario-inglesportugues-de.html>.

OLIVEIRA, Cêurio de. As origens psicossociais dos topônimos brasileiros. Bol. Geogr., v.29, mar/1970, n.215, 61-70, 1970. Disponível em: http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/19/bg_1970_v29_n215_mar-abr.pdf

OLIVEIRA, Cêurio de. Curso de cartografia moderna. Rio de Janeiro, IBGE, 1993, 2. ed. 152p. (ISBN: 8524004657).

Detalhes: http://biblioteca.ibge.gov.br/biblioteca-catalogo?view=detalhes&id=281158
PDF de 103 Mb : http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv81158.pdf (103 MB)

Vocabulário inglês/português de Geociências do IBGE [por Cêurio de Oliveira]

O tema dos dicionários ou vocabulários muito me interessa e fico muito feliz de ajudar a divulgar materiais como estes voltados para geociências. Em 2013 publiquei uma postagem sobre Thesaurus de Geociências: https://profissaogeografo.blogspot.com.br/2013/08/thesaurus-de-geociencias.html

Agora trago o vocabulário bilíngue (inglês/português) de Geociências do IBGE que está disponível na Biblioteca do IBGE para download (ver links mais abaixo).

Vocabulário inglês/português de Geociências do IBGE

Capa do vocabulário


A obra de referência foi elaborada pelo cartógrafo Cêurio de Oliveira. Apesar de ser uma importante figura na ciência cartográfica brasileira e lusófona (como veremos a seguir), não é fácil encontrar informações sobre sua carreira e obra.

Temos uma amostra da sua carreira na apresentação do vocabulário, escrita por Sergio Bruni, Diretor de Geociências na época:

Apresentação da obra


"Incansável ... a tão poucas pessoas se pode emprestar a acepção contida por este vocábulo. 

Certamente o professor Cêurio R. de Holanda Oliveira é uma delas. 

O insigne mestre detém, em nosso País, o pioneirismo na formação do Engenheiro Cartógrafo, ao implementar, nos idos de sessenta, no âmbito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ -,então Universidade do Estado da Guanabara UEG -, o Curso Superior de Cartografia. 

Pioneiro também na elaboração do primeiro e, até o momento, único Dicionário Cartográfico, em Língua Portuguesa; obra editada pelo IBGE e que se encontra em sua 4ª edição. Ainda pioneiro, brinda-nos o Professor Cêurio com o Vocabulário Inglês-Português de Geociências, obra que o IBGE traz a público como uma justa homenagem a quem, de uma forma contínua, perseverante... incansável... vem escrevendo a evolução do conhecimento em um dos segmentos mais expressivos de nossa cultura técnico-científica, o das Geociências. 

Honra-nos a apresentação desta obra pioneira, honra o IBGE a um dos seus servidores que mais contribuíram para construção da imagem institucional no Brasil e no exterior. 

SERGIO BRUNI 
Diretor de Geociências

Referência

OLIVEIRA, Cêurio de. Vocabulário inglês-português de Geociências. Rio de Janeiro, IBGE, 1995. 203 p. (ISBN: 8524004185)

Download

Detalhes: http://biblioteca.ibge.gov.br/biblioteca-catalogo?view=detalhes&id=224988
PDF - arquivo de 16 Mb: http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv66339.pdf (16 Mb)

04 novembro 2016

Mapeamento Ambiental Participativo: história e desafios no Estado de São Paulo

Saiu a segunda edição revista e ampliada do livro "Estudos Ambientais Aplicados em Bacias Hidrográficas" organizado por Leonice Dias e Sandra Benini que contém um capítulo escrito por mim juntamente com meu mestre e amigo Salvador Carpi Junior.

Capítulo: História e desafios do mapeamento ambiental participativo no estado de São Paulo.

Neste capítulo nós revisamos o nosso trabalho sobre Mapeamento Ambiental Participativo, que havia sido publicado na primeira edição (DAGNINO e CARPI JUNIOR, 2014), contando um pouco da história de seu desenvolvimento no Estado de São Paulo e os desafios enfrentados. O capítulo é dedicado ao Professor Oswaldo Sevá Filho com quem aprendemos tanto. 

O download do livro é gratuito através do link: http://bit.ly/Livro_BaciasPDF


Livro: Estudos Ambientais Aplicados em Bacias Hidrográficas - 2ª Edição

por Leonice Seolin Dias; Sandra Medina Benini (Org)
Ano: 2016Nº Páginas: 218Ref: ISBN 978-85-68242-29-2

Paisagem de bacia hidrográfica


Sumário
Disponível em http://bit.ly/Livro_Bacias

2Edição
Revisada e Ampliada

Prefácio

Capítulo 1
HISTÓRIA E DESAFIOS DO MAPEAMENTO AMBIENTAL PARTICIPATIVO NO ESTADO DE SÃO PAULO
Ricardo de Sampaio Dagnino
Salvador Carpi Junior

Capítulo 2
MAPEAMENTO AMBIENTAL PARTICIPATIVO: EXPERIÊNCIA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA UGRHI TURVO E GRANDE
Salvador Carpi Junior
Maria Conceição Lopes
Flávia Darre Barbosa
Antonio Lucio Mello Martins

Capítulo 3
CARACTERIZAÇÃO LIMNOLÓGICA DE AMBIENTES DEPOSICIONAIS DA PLANÍCIE FLUVIAL NA RESERVA PARTICULAR DO PATRIMÔNIO NATURAL FOZ DO RIO AGUAPEÍ
Renata Ribeiro de Araújo
Paulo Cesar Rocha
Renato Franco Rodrigues
Tainá Medeiros Suizu

Capítulo 4
A INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA DE SUPERFÍCIE NA ANÁLISE DA PAISAGEM NA FOZ DOS RIOS AGUAPEÍ E PEIXE NO OESTE PAULISTA, A PARTIR DE IMAGENS LANDSAT 8
Carla Rodrigues Santos
Paulo César Rocha

Capítulo 5
A ESTRUTURA GEOECOLÓGICA DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS DO ALTO VALE DO RIO PIRAPÓ, NORTE-CENTRAL DO PARANÁ, BRASIL
Cássia Maria Bonifácio
Maria Teresa de Nóbrega
Hélio Silveira

Capítulo 6
ESPACIALIZAÇÃO DOS FENÔMENOS DE ESCOAMENTO SUPERFICIAL EM UMA BACIA HIDROGRÁFICA NO PERÍODO DE 30 ANOS
Rodrigo José Pisani
Paulina Setti Riedel

Capítulo 7
MONITORAMENTO DAS VARIÁVEIS DE QUALIDADE DAS ÁGUAS: UM SUBSÍDIO AO GERENCIAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS NO ESTADO DO PARANÁ
Rosane Freire
Cássia Maria Bonifácio
Roselene Maria Schneider
Célia Regina Granhen Tavares

Capítulo 8
INTERAÇÕES SOCIOAMBIENTAIS E A OCORRÊNCIA DE DOENÇAS RELACIONADAS À ÁGUA
Natacha Cíntia Regina Aleixo
João Cândido André da Silva Neto

Capítulo 9
ÁGUA, PODER E POLÍTICA: ÉTICA, JUSTIÇA E SOLIDARIEDADE
Ana Paula Novais Pires
Antonio Cezar Leal


Capítulo 10
MODELOS DE GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS EM PAÍSES DA AMÉRICA DO SUL
Andrés Hincapié Marin
Antonio Cezar Leal

Capítulo 11
O REGIME HIDROLÓGICO NA UNIDADE DE GERENCIAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS PARANAPANEMA: VARIABILIDADE INTERANUAL E ESPACIAL
Paulo Cesar Rocha
Alex Paulo de Araújo


Referências: 
DAGNINO, R.; CARPI JUNIOR, S. História, desafios e perspectivas do mapeamento ambiental participativo no estado de São Paulo. In: DIAS, Leonice Seolin; BENINI, Sandra. (Org.). Estudos ambientais aplicados em bacias hidrográficas. Tupã: ANAP, 2014, p. 13-28. Disponível em: <http://goo.gl/URVp5G>. Acesso em 4 nov 2016.
DIAS, Leonice; BENINI, Sandra. Estudos ambientais aplicados em bacias hidrográficas. 2 ed. Tupã: ANAP, 2016. Disponível em: <http://bit.ly/Livro_Bacias>. Acesso em 4 nov 2016.

28 setembro 2016

Processos erosivos, riscos ambientais e recursos hídricos na Bacia do Rio Mogi-Guaçu [Carpi Junior, 2001]

Divulgando online a tese do professor Salvador Carpi Junior que estava hospedada na página do Professor Oswaldo Sevá Filho, da Universidade Estadual de Campinas.

Tese: Processos erosivos, riscos ambientais e recursos hídricos na Bacia do Rio Mogi-Guaçu.


A tese foi defendida na Unesp de Rio Claro em 2001, sob a orientação do Prof. Archimedes Perez Filho e contou a co-orientação efetiva, embora não reconhecida formalmente, do Prof. Sevá.

Bacia do Rio Mogi-Guaçu, São Paulo

Mapa da tese de Salvador Carpi Junior (2001)


Referência:


CARPI JUNIOR, S. Processos erosivos, riscos ambientais e recursos hídricos na Bacia do Rio Mogi-Guaçu. Tese de (Doutorado em Geociências e Meio Ambiente). Rio Claro: IGCE/UNESP, 2001. 188 p.

Tese disponível em: <http://bit.ly/CarpiJr_Tese>.

Mapa anexo disponível em: <http://bit.ly/CarpiJr_TeseMapa>

21 setembro 2016

Mapeamentos participativos: pressupostos, valores, instrumentos e perspectivas [Sydenstricker-Neto, 2008]

A Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais (RBEUR), uma publicação da Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional (ANPUR), publicou na edição de novembro de 2008 o artigo sobre Mapeamento participativo de John Sydenstricker-Neto.

O artigo foi elaborado no âmbito do projeto “Mapeamento participativo em áreas de risco e vulnerabilidade sócio-ambiental na Região Metropolitana de São Paulo” desenvolvido no Centro de Estudos da Metrópole, Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEM-CEBRAP), São Paulo, com financiamento da FAPESP.




Capa da edição de novembro de 2008 
da Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais

Resumo:

A complexidade crescente das configurações urbanas e regionais tem colocado diversos desafios que exigem novos instrumentos para coleta e tratamento de dados. Os mapeamentos participativos constituem um instrumento poderoso para informar modelos teóricos e subsidiar os processos de tomada de decisão, tal como o planejamento participativo. Este artigo discute os pressupostos e valores que embasam essa abordagem e apresenta um inventário de métodos e técnicas específicas reportados na literatura. O artigo se concentra na literatura norte-americana que tem tido pouca influência no debate brasileiro. A referência a estudos com mapeamentos participativos evidencia sua abrangência e potencial para a geração de conhecimento coproduzido envolvendo atores com formação e inserção social distintas. As novas tecnologias de informação e tratamento de dados espaciais oferecem boas perspectivas para o uso dessa abordagem, assim como colocam novos desafios para acadêmicos e gestores públicos envolvidos com o planejamento participativo.

Referência:

SYDENSTRICKER-NETO, J. Mapeamentos participativos: pressupostos, valores, instrumentos e perspectivas. Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais, v. 10, n. 2, novembro, 2008. Disponível em: <http://unuhospedagem.com.br/revista/rbeur/index.php/rbeur/article/view/201>. Acesso em: 21 Set. 2016.

20 setembro 2016

Localização das feiras livres de Campinas - SP

Mapa de localização das feiras livres de Campinas - São Paulo elaborado a partir dos dados da Prefeitura Municipal de Campinas (disponíveis em http://www.campinas.sp.gov.br/governo/servicos-publicos/regioes/) e editados por Ricardo Dagnino com Google Fusion Tables.

As cores dos ícones correspondem à macrorregião administrativa que cada feira está submetida.



Tabela de dados disponível em http://bit.ly/FeirasCampinas

Fusion Tables em http://bit.ly/FeirasCampinasFusion


Licença Creative Commons
O trabalho Localização das Feiras Livres de Campinas - SP de Ricardo de Sampaio Dagnino está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição 4.0 Internacional.
Baseado no trabalho disponível em http://bit.ly/FeirasCampinas.

12 setembro 2016

Estrangeiros em São Paulo

O que mostram os mapas de estrangeiros em São Paulo?
A resposta esta no Atlas do Observatório das Migrações em São Paulo (http://bit.ly/AtlasMigra)
Em 1886, os estrangeiros estavam bastante concentrados nos municípios de São Carlos e da capital São Paulo. Esses municípios detinham mais 30% de todos os estrangeiros residentes no estado. (http://bit.ly/Atlas_EstrangeirosSP)
Em 1920, os estrangeiros permanecem concentrados em São Paulo, porém com avanço para o interior do estado, alcançando a fronteira com o Mato Grosso, e para o litoral. (http://bit.ly/Atlas_EstrangeirosSP)
Em 2010, o mapa mostra que houve uma profunda mudança na distribuição espacial dos estrangeiros embora a maior concentração ainda seja na capital, onde também se concentra a maior parte da população do estado.
O mapa interativo de 2010 pode ser acessado em http://bit.ly/EstrangeirosSP2010

02 setembro 2016

Pirâmides etárias da população do Estado de São Paulo entre 1950 e 2020

Pirâmides etárias da população do Estado de São Paulo entre 1950 e 2020 com dados do IBGE - Censos demográficos até 2010 e projeções para 2020 - organizados pela Fundação Seade. (http://bit.ly/PiramidesSP_Atlas)
Os gráficos de cada ano foram elaborados pela Profa. Rosana Baeninger,Roberta Peres e Natalia Belmonte Demetrio e estão na primeira edição do Atlas do Observatório das Migrações em São Paulo (http://bit.ly/AtlasMigra1).
Na segunda edição do #AtlasMigra (http://bit.ly/AtlasMigra) os gráficos foram transformados em #GIF #AnimatedGIF por Ricardo Dagnino (http://bit.ly/RicardoDagninoFAPESP) e depois em vídeo Mp4 (disponível em https://youtu.be/ZjRzyl4aUbA).

Atlas do Observatório das Migrações em São Paulo: 
http://www.fca.unicamp.br/l-um/index.php/atlas-capa

Pirâmides etárias de São Paulo entre 1950 e 2020.
Fonte: Atlas do Observatório das Migrações em São Paulo-  http://bit.ly/PiramidesSP_Atlas

21 agosto 2016

Encerramento da Olimpíada 2016 teve música indígena

Durante a cerimônia de encerramento da Olimpíada Rio 2016 foram lembradas as pinturas rupestres no Parque Nacional da Serra da Capivara e em seguida dançarinos coreografaram uma música indígena Guarani.

Pintura rupestre no Parque Nacional da Serra da Capivara
Fonte: Wikimedia

A música que anima a homenagem aos Guarani foi "Gwyrá Mi" foi cantada por crianças guarani e está no álbum Ñande Reko Arandu - (2000) Memória Viva Guarani. O álbum está disponível no YouTube e o canto das crianças pode ser ouvido a partir dos 4 minutos e 42 segundos (https://youtu.be/l469uaunv6A?t=4m42s).



No site do Globo Esporte pode-se conferir o vídeo da homenagem aos indígenas e outros vídeos da cerimônia de encerramento (http://globoesporte.globo.com/olimpiadas/cobertura-cerimonia-de-encerramento.html).

Captura de tela do vídeo com a homenagem

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