28 setembro 2016

Processos erosivos, riscos ambientais e recursos hídricos na Bacia do Rio Mogi-Guaçu [Carpi Junior, 2001]

Divulgando online a tese do professor Salvador Carpi Junior que estava hospedada na página do Professor Oswaldo Sevá Filho, da Universidade Estadual de Campinas.

Tese: Processos erosivos, riscos ambientais e recursos hídricos na Bacia do Rio Mogi-Guaçu.


A tese foi defendida na Unesp de Rio Claro em 2001, sob a orientação do Prof. Archimedes Perez Filho e contou a co-orientação efetiva, embora não reconhecida formalmente, do Prof. Sevá.

Bacia do Rio Mogi-Guaçu, São Paulo

Mapa da tese de Salvador Carpi Junior (2001)


Referência:


CARPI JUNIOR, S. Processos erosivos, riscos ambientais e recursos hídricos na Bacia do Rio Mogi-Guaçu. Tese de (Doutorado em Geociências e Meio Ambiente). Rio Claro: IGCE/UNESP, 2001. 188 p.

Tese disponível em: <http://bit.ly/CarpiJr_Tese>.

Mapa anexo disponível em: <http://bit.ly/CarpiJr_TeseMapa>

21 setembro 2016

Mapeamentos participativos: pressupostos, valores, instrumentos e perspectivas [Sydenstricker-Neto, 2008]

A Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais (RBEUR), uma publicação da Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional (ANPUR), publicou na edição de novembro de 2008 o artigo sobre Mapeamento participativo de John Sydenstricker-Neto.

O artigo foi elaborado no âmbito do projeto “Mapeamento participativo em áreas de risco e vulnerabilidade sócio-ambiental na Região Metropolitana de São Paulo” desenvolvido no Centro de Estudos da Metrópole, Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEM-CEBRAP), São Paulo, com financiamento da FAPESP.




Capa da edição de novembro de 2008 
da Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais

Resumo:

A complexidade crescente das configurações urbanas e regionais tem colocado diversos desafios que exigem novos instrumentos para coleta e tratamento de dados. Os mapeamentos participativos constituem um instrumento poderoso para informar modelos teóricos e subsidiar os processos de tomada de decisão, tal como o planejamento participativo. Este artigo discute os pressupostos e valores que embasam essa abordagem e apresenta um inventário de métodos e técnicas específicas reportados na literatura. O artigo se concentra na literatura norte-americana que tem tido pouca influência no debate brasileiro. A referência a estudos com mapeamentos participativos evidencia sua abrangência e potencial para a geração de conhecimento coproduzido envolvendo atores com formação e inserção social distintas. As novas tecnologias de informação e tratamento de dados espaciais oferecem boas perspectivas para o uso dessa abordagem, assim como colocam novos desafios para acadêmicos e gestores públicos envolvidos com o planejamento participativo.

Referência:

SYDENSTRICKER-NETO, J. Mapeamentos participativos: pressupostos, valores, instrumentos e perspectivas. Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais, v. 10, n. 2, novembro, 2008. Disponível em: <http://unuhospedagem.com.br/revista/rbeur/index.php/rbeur/article/view/201>. Acesso em: 21 Set. 2016.

20 setembro 2016

Localização das feiras livres de Campinas - SP

Mapa de localização das feiras livres de Campinas - São Paulo elaborado a partir dos dados da Prefeitura Municipal de Campinas (disponíveis em http://www.campinas.sp.gov.br/governo/servicos-publicos/regioes/) e editados por Ricardo Dagnino com Google Fusion Tables.

As cores dos ícones correspondem à macrorregião administrativa que cada feira está submetida.



Tabela de dados disponível em http://bit.ly/FeirasCampinas

Fusion Tables em http://bit.ly/FeirasCampinasFusion


Licença Creative Commons
O trabalho Localização das Feiras Livres de Campinas - SP de Ricardo de Sampaio Dagnino está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição 4.0 Internacional.
Baseado no trabalho disponível em http://bit.ly/FeirasCampinas.

12 setembro 2016

Estrangeiros em São Paulo

O que mostram os mapas de estrangeiros em São Paulo?
A resposta esta no Atlas do Observatório das Migrações em São Paulo (http://bit.ly/AtlasMigra)
Em 1886, os estrangeiros estavam bastante concentrados nos municípios de São Carlos e da capital São Paulo. Esses municípios detinham mais 30% de todos os estrangeiros residentes no estado. (http://bit.ly/Atlas_EstrangeirosSP)
Em 1920, os estrangeiros permanecem concentrados em São Paulo, porém com avanço para o interior do estado, alcançando a fronteira com o Mato Grosso, e para o litoral. (http://bit.ly/Atlas_EstrangeirosSP)
Em 2010, o mapa mostra que houve uma profunda mudança na distribuição espacial dos estrangeiros embora a maior concentração ainda seja na capital, onde também se concentra a maior parte da população do estado.
O mapa interativo de 2010 pode ser acessado em http://bit.ly/EstrangeirosSP2010

02 setembro 2016

Pirâmides etárias da população do Estado de São Paulo entre 1950 e 2020

Pirâmides etárias da população do Estado de São Paulo entre 1950 e 2020 com dados do IBGE - Censos demográficos até 2010 e projeções para 2020 - organizados pela Fundação Seade. (http://bit.ly/PiramidesSP_Atlas)
Os gráficos de cada ano foram elaborados pela Profa. Rosana Baeninger,Roberta Peres e Natalia Belmonte Demetrio e estão na primeira edição do Atlas do Observatório das Migrações em São Paulo (http://bit.ly/AtlasMigra1).
Na segunda edição do #AtlasMigra (http://bit.ly/AtlasMigra) os gráficos foram transformados em #GIF #AnimatedGIF por Ricardo Dagnino (http://bit.ly/RicardoDagninoFAPESP) e depois em vídeo Mp4 (disponível em https://youtu.be/ZjRzyl4aUbA).

Atlas do Observatório das Migrações em São Paulo: 
http://www.fca.unicamp.br/l-um/index.php/atlas-capa

Pirâmides etárias de São Paulo entre 1950 e 2020.
Fonte: Atlas do Observatório das Migrações em São Paulo-  http://bit.ly/PiramidesSP_Atlas

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