26 outubro 2012

Mapas de Londres produzidos por Charles Booth

Aí vai uma dica do colega Thais Tartalha Lombardi que está em Londres fazendo o doutorado sanduíche no London School of Economics and Political Science (LSE). Ela teve acesso aos trabalhos de Charles Booth e seu acervo online.

Nas palavras dela:

"Hoje em uma das minhas aulas falaram sobre um sujeito chamado Charles Booth, que mapeou Londres no começo do século XIX atribuindo cores às diversas regiões da cidade segundo as inferências da polícia sobre a situação econômica da cidade. A LSE tem os arquivos e acabou de lançar um aplicativo incrível para celulares que permite que vc veja como era cada lugar de Londres no século XIX e hj."

Abaixo reproduzo a página que mostra os mapas comparando de 1898 e 2000.


(melhor usar navegador Firefox)

Mais material de Charles Booth

Resenha do livro Os Riscos, organizado por Yvette Veyret (2007)


Reproduzo abaixo a resenha do livro de Yvette Veyret (Os Riscos, o homem como agressor e vítima do meio ambiente) realizada pela professora Aureanice de Mello Corrêa. Esta resenha foi originalmente publicada no Boletim da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Geografia  (ANPEGE) Nº 4, 2ª Quinzena de Agosto de 2007. Disponível: aqui 

Mais sobre o livro no Site da Editora Contexto



Comentário sobre a matéria jornalística veiculada pelo jornal O globo sob o título A vida por um triz e resenha da Introdução do livro: Os Riscos, o homem como agressor e vítima do meio ambiente, organizado por Yvette Veyret publicado pela Editora Contexto, São Paulo, 2007.

Por Aureanice de Mello Corrêa (Professora Doutora do Departamento de Geografia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro)

Na esteira do mal-estar e indignação da sociedade brasileira provocada pelo acidente aéreo do Airbus -320 da TAM em São Paulo no aeroporto de Congonhas diante da prática dos cidadãos eleitos por voto para o exercício de governar o país que vem se tornando naturalizada por estes - de omissão, descaso e impunidade, o jornal O Globo (28 de julho de 2007) com a matéria de primeira página intitulada A VIDA POR UM TRIZ - no Caderno Prosa e Verso -promove a divulgação do livro OS RISCOS, O HOMEM COMO AGRESSOR E VÍTIMA DO MEIO AMBIENTE, organizado por Yvette Veyret, geógrafa e professora da Universidade Paris X através da entrevista concedida à jornalista Rachel Bertol pela especialista em tela.

Na entrevista Veyret sinaliza que o mundo historicamente vem se deparando com as calamidades e catástrofes, porém a noção de risco é relativamente recente e que contemporaneamente vem ganhando destaque nos debates e análises efetuados por técnicos, acadêmicos, governos e sociedade civil sobre a questão denominada gestão de risco . (Ver BECKER, U. (1986) Die Risikogesellschat des Verschwindens [A Sociedade de Risco] Frankfurt: Suhrkamp ; BRUSEK, F.J. (2001) A Técnica e Os Riscos da Modernidade. Florianópolis. Editora da UFSC). Segundo a entrevistada os riscos são muitos e vinculados aos mais variados domínios, isto é, temos desde as catástrofes naturais aos colapsos econômicos, passando pelos acidentes industriais, doenças (como um dos exemplos, gripe aviária) até o caos urbano e o terrorismo, e destaca como mais um dos exemplos desta amplitude do risco em seu relato, o acidente aéreo com o Airbus da TAM em São Paulo, ocorrido na semana anterior à matéria jornalística.

Traçando uma breve apreciação sobre o conteúdo do livro que organizou Veyret expõe que os artigos analisam em distintas regiões do mundo a situação de risco e aponta que no capítulo dedicado à América Latina, esta se encontra graduada em três situações vinculadas a uma política de gestão insuficiente. O Brasil em conjunto com a Argentina e Venezuela ocupa uma posição intermediária em relação aos que categoriza como países avançados sob uma política de gestão insuficiente do risco a Colômbia, Chile, México e Equador e, o que considera como os pouco satisfatórios, o Peru e a Bolívia. Ao sinalizar a diferença de níveis de conscientização sobre o risco - entre os países desenvolvidos, destacando como os da Europa e os países em desenvolvimento, a geógrafa declara que esta configuração possui como uma das conseqüências a proliferação de discursos de cunho catastrofistas especialmente aqueles proferidos pelos governos.

Trabalhando com a diferença do nível de conscientização que é operado sob as práticas culturais e desejos e necessidades engendradas subjetivamente e agenciados coletivamente, expõe que na África os maiores riscos ainda possuem referência na fome, em contrapartida, no Japão o risco se encontra no comportamento passivo da população que culturalmente formada para a obediência finda por gerar uma falta de iniciativa individual da população, fato que aumentou a gravidade de situação de risco, ou vulnerabilidade desta população diante do terremoto que atingiu Kobe em 1995. Expõe também que na América Latina a situação de risco se adensa nas cidades com alta concentração urbana, especialmente as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Cidade do México. Por fim, declara que o crescimento da população urbana mundial tornou-se o fator determinante no século passado para desenvolvimento da noção de risco, sendo que a globalização atuou/ atua como responsável para que esta noção socialmente construída assumisse proporções dramáticas nos primórdios deste século XXI.

23 outubro 2012

Mapas imaginários 2 [revista Nature]

Capa da revista Nature de outubro de 2012 mostra um mapa de Jasiek Krzysztofiak com um continente em formato de microscópio.





The new map of science

Today more nations – from China and India to Singapore, Brazil and South Korea – are taking their place at the high table of research alongside the traditional science superpowers. At the same time national boundaries are being transcended through collaboration networks and 'brain circulation'. In this special issue Nature examines how the movement of people and ideas will change how science is done, how it is funded and the questions that it addresses.



Mais em:


Mapas imaginários



The Visual Work Of Mike Lemanski







Atlas by Fernando Vicente
Fonte: InspireFirst







Map of Heaven 

15 outubro 2012

Livro: População e Ambiente: desafios à sustentabilidade

HOGAN, D.J.; MARANDOLA JUNIOR, E.J.; OJIMA, R. População e Ambiente: Desafios à Sustentabilidade. 1. ed. São Paulo: Blucher, 2010. v. 1. 106p .


Site da editora 

Sumário

1 Espaço-tempo

2 Tendências
2.1 O crescimento populacional
2.2 Dilemas socioambientais
2.3 População e ambiente

3 Consumo
3.1 Pegada ecológica
3.2 Cidades

4 Espaço
4.1 Regiões e ecossistemas
4.2 Aglomerações urbanas e mobilidade
4.3 Mudanças ambientais globais

5 Tempo-espaço
5.1 Mitigação, adaptação e planejamento
5.2 Em busca da sustentabilidade e da resiliência

Referências bibliográficas

Mais

Leia a resenha do livro feita pelo Álvaro D'Antona na Revista Brasileira de Estudos de População (REBEP):
D'ANTONA, Álvaro de Oliveira. População, ambiente e sustentabilidade: desafio à demografia ambiental. Rev. bras. estud. popul., São Paulo, v. 28, n. 1, June 2011

08 outubro 2012

Livro "Dinâmicas demográficas e ambiente"


D'ANTONA, Álvaro de Oliveira; CARMO, Roberto Luiz (Orgs.). Dinâmicas demográficas e ambienteCampinas: Nepo/Unicamp, 2010.

Sinopse:

O livro traz onze artigos de integrantes da linha de pesquisa População e Ambiente, vinculada ao Núcleo de Estudos de População da Universidade Estadual de Campinas (Nepo/Unicamp). Combinando reflexões teóricas com estudos de caso em distintas escalas e incorporando amplo referencial analítico, os textos refletem as discussões do grupo em torno dos seguintes temas: Urbanização e dinâmica demográfica; Distribuição populacional e ambiente na Amazônia; Risco, vulnerabilidade e lugar; População e mudanças climáticas. A atualidade das questões abordadas e o tratamento teórico-metodológico aplicado às questões expressam a amplitude das discussões realizadas no âmbito dessa linha de pesquisa que existe desde 1983 e que, liderada até 2010 pelo Prof. Dr. Daniel Joseph Hogan, veio a se constituir em uma importante referência no campo dos estudos das relações recíprocas entre componentes da dinâmica demográfica e o ambiente.



Encomende no site: aqui

Abaixo um trecho da resenha elaborada pela colega Thais Tartalha:

"Oferecer um panorama dos estudos e pesquisas realizados pela linha de População e Ambiente, do Núcleo de Estudos de População (Nepo) da Unicamp, esta é a proposta dessa coletânea organizada por D'Antona e Carmo. Porém, desde logo na introdução, percebe-se que a proposta é não só expor trabalhos, mas também mostrar a necessidade de um cuidado teórico e metodológico ao se trabalharem as ideias e os problemas. Com isso, o livro já contribui por ser uma compilação de temáticas tratadas no âmbito do Nepo e também daquelas que são caras à área de População e Ambiente em geral, demonstrando como componentes da dinâmica demográfica podem ser trabalhados para se apreender a relação entre a população e o ambiente."

Leia a resenha completa: aqui

LOMBARDI, Thais Tartalha do Nascimento. Contemporaneidade, escalas e lugares: panoramas dos estudos de população e ambiente na atualidade. Rev. bras. estud. popul.,  São Paulo,  v. 28,  n. 2, dez.  2011 .

Sumário



Apresentação

Introdução

Transição demográfica e a questão ambiental: para pensar população e ambiente 
Roberto Luiz do Carmo e Álvaro de Oliveira D’Antona

I. Urbanização e dinâmica demográfica

Mobilidade espacial da população e impactos ambientais intra-urbanos na região fronteiriça  de Corumbá (década de 1990)
Alex Manetta

Urbanização e dinâmica demográfica em Sorocaba, SP
Henrique Frey

II. Distribuição populacional e ambiente na Amazônia

Reconfiguração do meio rural no Pará: mobilidade e distribuição da população
Julia Corrêa Côrtes

População em Unidades de Conservação da Amazônia Legal: estimativas a partir da 
Contagem Populacional 2007
Maria do Carmo Dias Bueno
Ricardo de Sampaio Dagnino

Fronteira da exploração mineral na Amazônia: o setor mineral e a dinâmica demográfica na  mesorregião sudeste paraense
Vinícius Moreno de Sousa Corrêa
Roberto Luiz do Carmo

III. Risco, vulnerabilidade e lugar

Enfocando riscos, perigos e vulnerabilidade na pequena escala espacial
Diomário Coelho Cerqueira

Memória e experiência no estudo da vulnerabilidade
Luiz Tiago de Paula e Eduardo Marandola Jr.

Bairro enquanto lugar dos riscos e perigos nos estudos de vulnerabilidade
Fernanda Cristina de Paula

IV. População e mudanças climáticas

Crescimento populacional e mudanças climáticas: antigas questões em novos contextos
Francine Modesto

Notas sobre a urbanização brasileira e as mudanças climáticas: risco e vulnerabilidade
Robson Bonifácio da Silva e Ricardo Ojima

Mudanças ambientais em zonas costeiras: populações e riscos
César Marques

Mapas: "Ciclos de desenvolvimento urbano da cidade de Macapá"



Fiz uma montagem a partir dos mapas de "Ciclos de desenvolvimento urbano da cidade de Macapá" do Plano Diretor de Macapá, estado do Amapá. Os mapas referem-se a 1780, 1940, 1950, 1960, 1970, 1980 e 1990. Foram postados em 3/10/12 na página de José Alberto Tostes: link1; link2

Elaborado com a ferramenta GIF animado do Photoscape.

04 outubro 2012

Morre aos 95 anos o ambientalista Barry Commoner (1917-2012)

Morreu no domingo (30/09), em Nova York, aos 95 anos, o ambientalista norte-americano Barry Commoner. Ele criou, na Universidade Washington, em 1966, o Centro de Biologia de Sistemas Naturais; foi um grande defensor do fim dos ensaios nucleares; foi candidato a presidência dos Estados Unidos e um crítico do capitalismo. Leia mais na Agência Fapesp ou no obituário do New York Times.

Foto da revista Time de 1970

Trechos da reportagem da Agência Fapesp (link)

“Commoner foi um líder em uma geração de cientistas-ativistas que reconheceu consequências danosas do boom de tecnologia pós-Segunda Guerra e foi um dos primeiros a alimentar o debate nacional sobre o direito do público de compreender os riscos e tomar decisões sobre eles”, destacou o jornal New York Times em obituário.

Um dos grandes legados de Commoner foi publicado em The Closing Circle e ficou conhecido como as Quatro Leis da Ecologia: “Tudo está interligado; Tudo deve ir a algum lugar; A Natureza sabe melhor; Não há almoço de graça” (em tradução livre). 


“Commoner acreditava que poluição ambiental, guerra e desigualdades raciais ou sexuais deveriam ser tratadas como assuntos relacionados a um problema central”, apontou o New York Times, que ressaltou o papel do ambientalista como crítico do capitalismo. 


“Não acredito no ambientalismo como solução para coisa alguma. O que eu acredito é que o ambientalismo ilumina as coisas que precisam ser feitas de modo a resolvermos juntos nossos problemas”, disse Commoner.

03 outubro 2012

Tornados no Brasil: Tese de Daniel Candido

O colega Daniel Candido (Geografia/Unicamp) terminou o doutorado com força total. Olha ele aí na foto fazendo um "hadouken" (como diria a colega Heloísa Corrêa Pereira). O trabalho dele foi tema de duas matérias, uma do Jornal da Unicamp (set/2012) e outra da Globo (G1 - Campinas e região) e eu faço aqui minha homenagem ao belo trabalho do colega.




Foto de Antônio Scarpinetti


Ele e a professora Luci Hidalgo Nunes (orientadora da tese) desenvolveram a Escala Brasileira de Ventos (Ebrav) para classificar a intensidade dos ventos e o estrago feito por eles. Essa escala é útil para classificar os ventos no Brasil pois leva em conta a estrutura das edificações e a realidade socioeconomica nacional. Nesse sentido ela difere das escalas utilizadas em outros países como a Fujita (utilizada nos EUA) e a Torro (países europeus) que foram criadas para a realidade daqueles países.

Segundo Daniel Candido, com base na entrevista feita por Catucci (2012), os estados mais atingidos por tornados foram São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. O país está num 'Corredor dos tornados da América do Sul', que compreende um polígono demarcado entre o norte da Argentina, Uruguai, centro-sul do Brasil, Paraguai, e parte da Bolívia. Esse corredor possui as condições que favorecem a formação de tornados além disso existem outros fatores como o crescimento das áreas urbanas (que propiciam o surgimento de ilhas de calor), os corpos d’água como o Rio Tietê, relevo, altitude e a presença de ventos.



Abaixo, alguns trechos do Jornal da Unicamp, em matéria de Manuel Alves Filho (2012):

"A ocorrência de tornados no Brasil é mais frequente do que se pensava. Entre 1990 e 2011 foram registrados ao menos 205 desses fenômenos meteorológicos em território nacional, número que coloca o país entre aqueles que mais anotam eventos do tipo no mundo. São Paulo foi o Estado mais atingido pelos episódios nesse período, seguido pelo Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Os dados estão revelados na tese de doutoramento do geógrafo Daniel Henrique Candido, defendida recentemente no Instituto de Geociências (IG) da Unicamp, sob a orientação da professora Lucí Hidalgo Nunes. Em seu trabalho, o pesquisador desenvolveu, com base nas informações reunidas, um modelo que confirma a existência de um padrão espacial e temporal desses acontecimentos em solo brasileiro. Ele também criou uma escala para medição dos danos causados pelos tornados, compatível com as estruturas existentes no Brasil."

(...)

"Baseado no mapeamento, o pesquisador estabeleceu um modelo do risco anual de ocorrência de tornados no país, cuja escala vai de abaixo de 1% a acima de 25%. Em São Paulo, as cidades de Campinas, Indaiatuba e Itu, além da faixa litorânea, apresentam maior possibilidade de registrar novos tornados."

(...)

"No Rio Grande do Sul, conforme o modelo proposto pelo autor da tese, as áreas mais suscetíveis à ocorrência de tornados são a faixa litorânea e as imediações do lago Guaíba, com probabilidade em torno dos 25% ao ano. Em Santa Catarina, as regiões mais propensas à formação do fenômeno estão localizadas também no litoral e no extremo sul do Estado, mais ou menos nos mesmos patamares. Daniel esclarece que o modelo levou em conta somente os estados localizados na porção meridional do território brasileiro, por estes disporem de maior número de informações, maior concentração de eventos e reunir condições atmosféricas e de relevo que concorrem para o surgimento dos fenômenos. “Não consideramos os estados das regiões Norte e Nordeste no estudo justamente porque eles não reúnem essas características”, esclarece o autor da tese."

(...)

"De acordo com a professora Lucí, o trabalho realizado pelo seu orientado se reveste de duas importâncias fundamentais. Primeiro, traz novos dados acerca da ocorrência de tornados no país, o que contribui para que a ciência nacional conheça mais sobre esses fenômenos. Segundo, os dados podem servir para ajudar na tomada de decisão tanto no que toca à formulação de políticas públicas quanto no estabelecimento de planos de contingência voltados à preservação de vidas humanas. “Sabendo, por exemplo, que uma determinada área é mais suscetível à ocorrência de tornados, os planos diretores dos municípios podem determinar que tipos de ocupação e de construção são mais recomendáveis para o local. Essa informação ainda não é levada em conta no país, mas seria desejável que fosse, pois agora sabemos que existe um padrão espacial e temporal para a ocorrência desse fenômeno”, pondera."


Fontes:

+ ALVES FILHO, Manuel. Na rota dos tornados. Jornal da Unicamp. nº 539, Campinas, Set/2012.  link

CATUCCI, Anaísa. Região de Campinas está na rota de tornados no Brasil, diz Unicamp. G1 – Campinas e região. 25/09/2012. Campinas, 2012. link


Publicação:

Tese: “Tornados e trombas d'água no Brasil: desenvolvimento de um modelo e proposta de escala de avaliação de danos”
Autor: Daniel Henrique Candido
Orientação: Lucí Hidalgo Nunes
Unidade: Instituto de Geociências

02 outubro 2012

Livro: População e Cidades: subsídios para o planejamento e para as políticas sociais (2010)

DANTONA, A.; DAGNINO, R.BUENO, M. Geotecnologias e gestão de políticas públicas: uso de dados demográficos. In: BAENINGER, R. (Org.). População e Cidades: subsídios para o planejamento e para as políticas sociais. Campinas: Núcleo de Estudos de População/UNFPA, 2010, p. 99-115. ISBN: 9788588258235. 

Disponível no site do UNFPA

populacao_cidade


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